Assaltada no dia do próprio niver!Pois é... Assaltada no dia do próprio niver!
Já pensou que presentão de Tróia que eu ganhei. Além de eu estar numa fase financeiramente delicada, ainda vem o "dono" do meu celular para levá-lo embora. O mais "engraçado" de tudo isso é que estou com uma sensação muito forte de que isso tinha mesmo de acontecer. Como se fosse uma "força maior" me levando a isso... Há cerca de um mês meu aparelho da TIm deu problema e quando ele voltou, passei logo os contatos do aparelho da OI. Desde então estava com uma vontade louca de atualizar minha agenda (em papel, física) com os números que estavam nos aparelhos. No dia hoje, meu niver, geralmente eu sairia, mas decidi ficar em casa. Falei com uma amiga (por celular) e marcamos de nos encontrar na academia. eu rpetendia apenas dar uma nadada na piscina, mas na hora de me arrumar para sair, perdi a vontade. Mesmo assim decidi que ia apenas para conversar com minha amiga, mas ainda era cedo. Então fui na casa de uma amiga (vizinha) conversar um pouco e ela estava de saida, fui com ela. No caminho, falamos sobre uma vez em que ela e o namorado foram assaltados, mas não elvaram o celular dela e sobre a sorte dela com essas situações. Agora esse passeio soa como se eu realmente não tivesse que chegar cedo na academia e a conversa como um "presságio".... Voltei para casa, e deu uma vontade enorme de ir de carro para a academia que fica no outro lado do bairro. Então pensei: "já que não malhar nem nadar, vou caminhando". Sem contar a dificuldade que é pegar o carro daqui de casa. Na hora de sair, deu uma vontade de não levar o celular, mas como poderiam me ligar por ser meu niver, optei por levar o celular no silencioso para ficar mais discreto e fui com um short "tactel" preto com bolso, nem dava pra ver o celular. Antes de seguir na avenida rumo a academia, parei na loja da minha vizinha para ver preço de touca (a qual nem iria comprar hj) e ainda fiquei conversando com uma cliente dela (que desconheço) sobre um problema que ela teve com o cartão de crédito que foi bloqueado e a conta veio e tal. Portanto, reforçando o meu ponto de vista sobre o fato de que eu não deveria ir logo para a academia. Após algumas quadras, percebo uma cara freando uma bicicleta muito próximo de mim e pensei que seria assaltada ali mesmo, num lugar movimentado (pessoas caminhando, ao lado de um iluminado Mercadinho). Mas ao olhar para o cara, vi que ele olhava para trás e ele gritou para alguém ir até ele. Geralmente, só o fato de eu ter pensado que seria assaltada me faria entrar na Mercearia (local mais próximo) e esperar o cara passar e tals). Mas segui em frente... Menos de 200 metros depois o mesmo cara para do meu lado, mas de forma mais discreta que da anterior. Puxa um 38 e diz a temida frase: passa o celular ou eu atiro. Se bem que a parte do "eu atiro" ele repitiu algumas vezes, enquanto frisava para que eu não reagisse, não fizesse nada, não falasse com ninguém (como se houvesse...). Então com a mesma frieza com a qual o meu celular foi solicitado pelo "dono", entreguei ao cara. Ele seguiu em frente, ainda de bicicleta, e eu segui caminhando lentamente e "normalmente" no mesmo rumo dele (que era o meu anterior tbm, mas poderia ter voltado logo para casa). Seguindo-o com o olhar. Esperando que ele dobrasse em alguma rua ou estivesse longe o suficiente para eu estar a salvo para pedir algum apoio, nem que fosse moral. Quem eu encontro no momento em que perco assaltante de vista? Meu padastro, que quando caminha, as vezes "estica" até aqueles lados. Entçao conto-lhe que tinha LITERALMENTE acabado de ser assaltada por um cara. Ele complementou minha frase dizendo: de camisa e boné brancos que tava numa bicicleta. Como meu padastro vinha caminhando em sentido oposto ao que eu e o assaltante estamos indo, ele viu o cara olhando para trás e até pensou que o cara fosse colidir a bicicleta num carro que estava parado. Ainda bem que não reagi na hora, nem falei com um cara de um pequeno mercadinho (outro) próximo ao local do assalto, pois eu não vejo bem de longe (nem de perto pra ser exata), mas o cara estava pedalando e olhando pra mim, observando-me.
Gente, achei esse assalto muito peculiar. Deve ser neura, mas pareceu que eu tinha que ser assaltada e que eu tinha que estar naquela avenida no exato momento em que ele passaria. A vontade de fazer "backup" dos meus contatos, de não levar o celular. Acabar por levalo no silencioso (perfil que só coloco em aulas e reuniões). Ter encontrado meu padastro. E, sobretudo, o fato de ele não ter visto o assalto. Pois se ele tivesse andado mais rápido um pouco e tivesse no ponto em que eu estava (uns 60 segundos antes), ele teria feito algo e quem sabe não seria pior do que perder um celular simples como meu velho Nokia 1100. Acho que era o meu destino mesmo. Vai-se o Nokia, mas fica o Siemens. Bloquei chip e aparelho. Agora vou ter que arranjar o dinheiro para comprar um chip novo e reaver meu número do celular da Oi, que é o mais antigo.
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